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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009


"Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos. Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento"
"No caminho cristão o que importa não é a velocidade com que estamos indo, nem a distância percorrida, mas sim a direção que tomamos"
Ambas citações de A. W. Tozer




M.C.N. : )

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Onde tudo é diferente daqui

Há +- 2 anos, recebo mensalmente correnpondências sobre os missionários da MCM (Missão Cristã Mundial) fora do Brasil. Esse mês o informativo estava bastante interessante, também assustador devo dizer.
A dura realidade de 2 países me chamou bastante atenção: Sudão e Somália.

Como já é madrugada vou dormir, porém pensando nas fotos que acabei de ver das crianças desses países...
Outro dia com menos sono, divido as informções que recebi.

M.C.N.
: (

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ainda Sobre Cair a Ficha

Houve um tempo em que eu tinha certeza de que podia explicar e defender Deus. Descobri, no entanto, que Ele está além da explicação e não precisa de defensores. Ele estava muito bem antes de eu chegar, e ficará muito bem depois que eu partir. Mas, por alguma razão, este grande, assustador e confuso Deus, que escolhe amigos estranhos, escolheu me amar. Vejo seu amor em tudo, sem exceção. A questão não é: onde está o amor de Deus? Mas sim: onde não está o amor de Deus? M.C.N. : )

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

UM DIA A FICHA CAI ...
















M.C.N.
: )

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sonhos dos anos 80 ...


A prova de que não sou a única a sonhar com isso.

M.C.N. :
)

domingo, 9 de agosto de 2009

"Não voltaria por dinheiro nenhum", diz ex-vocalista dos Raimundos

Rodolfo Abrantes, 36, abandonou os Raimundos em 2001. Insatisfeito com sua vida nas drogas e com os rumos que a banda tomava, o ex-vocalista de um dos grupos de rock de maior sucesso no Brasil se tornou evangélico. Formou o Rodox em seguida e hoje cuida da carreira solo, dedicada inteiramente a Deus.
Rodolfo conversou com o Guia da Folha Online sobre essa fase que não é nova, mas um pouco desconhecida do público que o ouvia nas paradas de sucesso -a banda lançou seis discos e vendeu mais de 2,5 milhões de cópias.

Hoje, Rodolfo tem dois discos solo, lançados pelo selo da Bola de Neve Church, o Bola Music. Ao palco, ele sobe acompanhado dos melhores amigos, que têm a mesma proposta que ele, "levar a mensagem de Jesus para o mundo": Anderson Kuehne (bateria), Víctor Pradella (guitarra) e Guilherme Horn (baixo).



Folha - Depois que você se converteu, foi mais fácil parar com as drogas?
Rodolfo
- Quando decidi viver de acordo com os mandamentos de Jesus, foi gerado em mim um desejo de mudar, de me livrar de hábitos e atitudes que me puxavam para trás. Aliada a esse desejo, existia a vontade de Deus de que eu me tornasse puro. Até que, num belo dia, no meio de um baseado, eu tive a certeza de que seria o último cigarro de maconha que eu colocaria na minha boca. Depois disso, nunca mais usei drogas.

Folha -
Como é encontrar Deus? O que você sentiu na hora que te fez acreditar que tudo poderia mudar?
Rodolfo
- Jesus disse que nos daria uma alegria completa, diferente da alegria que as coisas do mundo dão. Eu fui cheio dessa alegria e isso me deu esperanças e força pra fazer minha vida mudar.

Folha -
Antes de se converter, você seguia alguma religião?
Rodolfo -
Não, eu acreditava que Deus existia, mas nunca tinha O levado a sério.

Folha - O que te fazia infeliz nos Raimundos?
Rodolfo -
As pessoas pensam que o Raimundos era tudo na minha vida, mas era só uma parte. Com certeza o que mais me incomodava era ter me tornado escravo de um personagem, do qual eu não conseguia me livrar. O tempo passa, as pessoas mudam e eu mudei. É muito desagradável ter que fingir ser uma coisa que você já não é mais, só para agradar os outros. Hoje, finalmente, eu sou livre.

Folha - Quando você deixou os Raimundos, o choque foi grande para os fãs, afinal vocês estavam no auge. Alguns deles chegaram a te procurar, a se comunicar com você?
Rodolfo -
Volta e meia alguém me encontra na rua e toca no assunto, mais pra puxar conversa. Na boa, existem coisas muito mais importantes pra se preocupar do que o fato de um cara não querer mais estar onde ele estava.

Folha - Alguns de seus fãs da época do Raimundos ainda acompanham seu trabalho?
Rodolfo -
Com certeza, pois sempre tem gente nas nossas apresentações que vem falar comigo dizendo que me acompanha desde o início.

Folha - Você, em algum momento, se arrependeu de ter saído da banda?
Rodolfo -
Não, foi algo muito bem resolvido pra mim. E não voltaria por nenhum dinheiro neste mundo.

Folha - E o Rodox? Por que acabou?
Rodolfo -
O Rodox acabou por falta de unidade. Eu queria ir pra um lado e a banda queria ir pra outro. Cada um foi pro seu. Musicalmente, eu acho o Rodox umas das bandas mais pesadas e corajosas que já apareceu por aí. Foi uma fase difícil pois as pessoas não entenderam o Rodox, mas a marca ficou.

Folha - Você se manteve fiel ao rock. Quais artistas são suas influências no rock?
Rodolfo -
Na real, eu procuro ser fiel à Deus e ser livre para tocar o estilo que eu quiser. Minha maior influência é Jesus.

Folha - Você vive de música ainda ou tem outro trabalho paralelo?
Rodolfo -
Financeiramente, da música, mas é Deus quem me sustenta.




*Folha on-line





M.C.N.